Gadolando - Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul

Controle Leiteiro

Tabela Livro de Mérito

Idade ao

Parto

2 Ordenhas

3 Ordenhas

Produção

 Leite

Produção

 Gordura

Produção Leite

Produção

Gordura

Até 2,0 anos

7.805,0

261,0

8.790,0

288,0

De 2 a 2 ½  anos

7.958,0

265,0

8.907,0

297,0

De 2 ½  a 3 anos

7.915,0

266,0

8.995,0

398,0

De 3 a 3 ½  anos

8.114,0

272,0

9.523,0

327,0

De 3 ½  a 4 anos

8.473,0

281,0

9.719,0

332,0

De 4 a 4 ½  anos

8.943,0

295,0

9.985,0

343,0

De 4 ½  a 5 anos

9.019,0

299,0

10.002,0

345,0

De 5 a 5 ½  anos

9.027,0

298,0

10.007,0

345,0

De 5 ½  a 6 anos

9.049,0

301,0

10.269,0

348,0

De 6 a 6 ½  anos

9.055,0

300,0

10.550,0

343,0

De 6 ½ a  7 anos

8.765,0

296,0

10.213,0

337,0

De 7 a 7 ½  anos

8.743,0

295,0

10.130,0

340,0

De 7 ½  a 8 anos

8.727,0

292,0

10.097,0

338,0

De 8 a 8 ½  anos

8.723,0

291,0

9.711,0

335,0

De 8 ½ a 9 anos

8.516,0

287,0

8.706,0

332,0

De 9 a 9 ½  anos

8.504,0

285,0

9.318,0

316,0

De 9 ½ a 10 anos

8.483,0

282,0

9.260,0

312,0

De 10 a 10 ½ anos

8.097,0

274,0

9.247,0

309,0

De 10 ½ a 11 anos

7.980,0

272,0

9.109,0

301,0

De 11 a 11 ½ anos

7.566,0

254,0

8.760,0

292,0

De 11 ½ a 12 anos

7.160,0

248,0

8.643,0

287,0

De 12 a 12 ½ anos

7.056,0

243,0

8.105,0

286,0

De 12 ½ a 13 anos

6.598,0

237,0

8.315,0

281,0

De 13 a 13 ½ anos

6.925,0

236,0

8.296,0

280,0

De 13 ½ a 14 anos

6.917,0

233,0

8.141,0

280,0

De 14 a 14 ½ anos

6.875,0

233,0

8.059

277,0

De 14 ½ a 15 anos

6.888,0

229,0

7.829,0

268,0

De 15 a 15 ½ anos

6.548,0

226,0

7.599,0

263,0

De 15 ½ a 16 anos

6.353,0

225,0

7.450,0

261,0

De 16 ou + anos

6.353,0

225,0

7.450,0

261,0

NOTA: Os limites de idade localizados na extremidade à direita, incluindo-se 2.0 anos, devem ser considerados incompletos.

Como fazer o Controle Leiteiro Oficial

A inscrição do rebanho no Serviço de Controle Leiteiro será feita mediante solicitação por escrito de seu proprietário ou preposto credenciado junto a GADOLANDO.

Os animais registrados serão identificados pelos dados oficiais do Serviço de 
Registro Genealógico.

Os animais sem registro serão identificados por fichas individuais ou aprovadas 
pelo SCL.

A ficha de inscrição do animal no SCL deverá conter:
a)  nome e registro 
b)  composição racial;
c)  data de nascimento;
e)  data da última parição;
f)  data da última cobertura;
g) ordem de parto;
h)  sexo da cria;
i) Horário das ordenhas.

O animal inscrito receberá número único e exclusivo para identificação e controle do SCL.

Toda a documentação oficial de identificação dos animais em controle, bem como os assentamentos de campo, deverão permanecer à disposição dos controladores e supervisores, na propriedade onde se encontram os animais.

Os controles serão realizados nos horários habituais das ordenhas, declarados por 
ocasião da inscrição do rebanho.

O primeiro controle da lactação não poderá ocorrer até o 5º dia pós-parto.

Propriedades que adotam ordenha, com bezerro ao pé, deverão manter a mesma 
rotina no dia do controle.


Na realização do primeiro controle, em rebanho recém-inscrito, todas as vacas, 
com parição até 45 dias, serão controladas.

Os controles, por sua natureza, serão:
a) regulares;
b) de Inspeção ou Re-teste.

O controle regular informará  a quantidade de leite produzida, no período de 24 
horas consecutivas e coletará amostras de leite, para determinar os níveis dos 
componentes.

Os controles de inspeção ou de re-teste serão realizados por controladores ou
supervisores indicados pelo SCL e não serão anunciados previamente ao criador.

Os controles de inspeção ou de re-teste terão, obrigatoriamente ordenha de 
esgotamento.

O SCL poderá determinar a realização de controles de inspeção, tantos quantos 
julgar necessários, bem como o rodízio de controladores e supervisores.

As amostras de leite serão sempre individuais e coletadas em frascos 
devidamente identificados pelo controlador.

A análise das amostras, para determinação dos níveis dos componentes do leite, 
poderá ser feita na fazenda ou em laboratórios apropriados para tal fim, de acordo 
com os métodos convencionais.

O controlador deverá homogeneizar o leite, antes da coleta da amostra, sendo-lhe 
permitido adicionar conservante, como dicromato de potássio ou similar.

Registros Especiais

O SRG destacará o desempenho dos animais, anotando-os em seu cadastro, sob forma de Registros Especiais, que são:

  • Livro de Mérito;
  • Livro de Escol;
  • Reprodutora Emérita;
  • Recordista Nacional;
  • Produtora Vitalícia;
  • Fêmea GHB.

a) Livro de Mérito: Fará jus ao título a vaca que alcançar ou superar, em uma lactação, o mínimo de produção de leite e gordura, de acordo com a tabela de LM vigente.

  • Os parâmetros mínimos estabelecidos na tabela de LM serão revistos, sempre que mais de 305 da população controlada os superarem;
  • A tabela de LM determinará valores para lactação até 305 dias, em função da média nacional da raça;
  • Todas as citações que partirem do Serviço de Controle Leiteiro, referente às lactações das vacas que alcançarem Livro de Mérito, receberão as iniciais LM.

b) Livro de Escol: É o titulo de eficiência produtiva e reprodutiva concedido à vaca que:

  • Obtenha livro de Mérito na produção;
  • Tenha nova parição subseqüente à do LM, dentro do intervalo entre parto de 427 dias;
  • As lactações nestas condições são assinaladas com a sigla LE.

c) Reprodutora Emérita: É o titulo de excelência produtiva e reprodutiva concedido à vaca que obtiver Livro de Escol – LE – por 03 (três) lactações sucessivas ou 05 (cinco) alternadas.

  • A designação deste titulo será pela sigla RE.

d) Recordista Nacional: É o título concedido à vaca que alcançar produção máxima de leite ou gordura em sua classe de idade e categoria, estabelecendo-se, assim, o recorde nacional.

  • São homologados os Recordes Nacionais de Produção quando cumpridos o mínimo de:
    1. 8 (oito) controles mensais regulares para lactações até 305 dias e 10 (dez) para as de 365 dias.
    2. As lactações até 305 dias deverão ter LE;
    3. As lactações até 365 dias deverão ter LM.

e) Reprodutora Vitalícia: É o título concedido à vaca que alcançar ou superar os mínimos de produção de leite ou gordura, na somatória de suas produções, de acordo com a tabela de produções vitalícias determinada e atualizadas periodicamente pelo Serviço de Controle Leiteiro – SCL.

  • Serão concedidos certificados as vacas que satisfizerem estas condições, em suas diversas faixas de produção.

f) Fêmeas GHB: É o título concedido à fêmea nascida no Brasil e que satisfaça a todos os pré-requisitos a seguir:

  • Tenha composição racial mínima GC-1;
  • Obtenha pontuação mínima de 80 pontos;
  • Possua lactação encerrada em Livro de Mérito – LM.
  • Esse titulo será lançado na genealogia do animal e identificado pela sigla GHB.

Finalidade

O Controle Leiteiro é uma prova zootécnica oficialmente reconhecida no Brasil, obedecendo padrões internacionais.

O Serviço de Controle Leiteiro tem como finalidades nacionais e institucionais:

  1. Comprovar o potencial produtivo da Raça Holandesa;
  2. Coletar dados estatísticos para teste de progênie e melhoramento genético;
  3. Divulgar os resultados atualizados para conhecimento da comunidade econômica e científica ligados a pecuária de leite;
  4. Identificar vacas e rebanhos de excelência, em desempenho produtivo e reprodutivo;
  5. Processar e enviar resultados de desempenho produtivo para complementação e atualização de genealogias, no cadastro geral do Serviço de Registro Genealógico.

Porque fazer o Controle Leiteiro

  1. Controlar e registrar as produções de leite (kg/dia) de seus animais; 
  2. Saber da qualidade do leite produzido na propriedade (% de gordura); 
  3. Controlar e registrar a contagem de células somáticas (x1000/ml) do leite, objetivando monitorar a saúde da glândula mamária e, especificamente, a mamite sub-clinica; 
  4. Com base nas informações, possibilita estabelecer programa de pagamento do leite, por qualidade, a nível de industria; 
  5. Controlar e registrar a produção (cobertura, período de serviço, número de serviço por concepção, idade ao primeiro parto, período de gestação e intervalo de parto); 
  6. Controlar e registrar eventos clássicos (partos, peso, fatores que afetam a lactação, condição do (a) terneiro (a) ao nascer, facilidade de parto, condição corporal, etc.); 
  7. Obter relatórios de desempenho mensal e anual dos animais; 
  8. Possibilita a identificação dos animais “elite” da propriedade; 
  9. Torna-se um instrumento de trabalho para a tomada de decisões na seleção e descarte; 
  10. Instrumento para tomada de decisão no manejo (identificando no mês, animais a parir, inseminar, diagnóstico de gestação e para secar); 
  11. Identificador para tomada de decisões no manejo nutricional das vacas leiteiras; 
  12. Possibilita a maior divulgação e promoção do rebanho; 
  13. Consegue maior valorização na comercialização dos animais; 
  14. Possibilita armazenar informações de classificação para tipo, objetivando a tomada de decisões no acasalamento de suas vacas; 
  15. É um pré-requisito para transformar animais Puros por Cruza (PC) em Puros de Origem (PO); 
  16. Possibilita cadastrar informações de desempenho produtivo no registro genealógico; 
  17. Participar com seus animais em teste de progênie.
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Contato

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